última actualização: Maio 2017 
 
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Certificação de Sistemas de Gestão de Segurança Alimentar

ISO 22000

um compromisso para com a saúde pública

Garantir a confiança dos consumidores

Se existe área para a qual os consumidores e os cidadãos em geral estão mais sensíveis é para com a segurança alimentar, uma vez que contactam com esta questão na sua vida diária.

Todos os dias compramos alimentos e bebidas e frequentamos regularmente restaurantes e estabelecimentos similares, e muitas vezes nos interrogamos se os géneros alimentícios que adquirimos estão em perfeitas condições para serem consumidos, sem se revelarem prejudiciais para o nosso bem-estar, ou mesmo para a nossa saúde.

Por parecerem tão básicas, estas preocupações não são por vezes consideradas com os cuidados e a importância que efectivamente merecem, uma vez que, antes de um produto chegar às mãos do consumidor, podem existir vários intervenientes nesta cadeia, desde os produtores e fabricantes, distribuidores, transportadores, fornecedores de embalagens e matérias-primas e prestadores de serviços diversos.

Todos estes agentes têm portanto a sua parte de responsabilidade em garantirem aos consumidores a confiança nos produtos que consomem, e para tal podem adoptar o modelo de gestão de segurança alimentar estabelecido pela norma ISO 22000: 2005, que especifica um conjunto de requisitos, reconhecidos como essenciais, que permitem assegurar a segurança dos géneros alimentícios ao longo da cadeia alimentar, até ao consumidor final.

Garantir que os perigos são identificados e controlados

A segurança alimentar está relacionada com a presença de perigos associados aos géneros alimentícios no momento do seu consumo, podendo a sua introdução ocorrer em qualquer etapa da cadeia alimentar.
O sistema de gestão de segurança alimentar deve integrar os princípios do sistema HACCP e as etapas de aplicação desenvolvidas pela Comissão do Codex Alimentarius. A análise de perigos é portanto um elemento essencial de um sistema eficaz.

Sendo a segurança alimentar uma área tão sensível para a vida dos cidadãos, é natural que as Entidades Públicas publiquem um conjunto de diplomas legislativos que forneça o necessário enquadramento regulamentar e promova a vigilância do mercado.

Estes requisitos regulamentares em vigor só serão identificados, avaliados e cumpridos se em cada organização existir uma metodologia sistemática de controlo destes documentos apropriada à sua dimensão e diversidade.

As organizações podem optar pela certificação voluntária do seu sistema de segurança alimentar. Recorrendo a um Organismo de Certificação que evidencie princípios de imparcialidade, credibilidade e rigor técnico e onde essa imparcialidade seja assegurada pela completa independência e isenção de conflitos de interesses da sua estrutura organizacional, estarão, assim, mais habilitadas em demonstrarem as suas preocupações com o controlo dos perigos dos géneros alimentícios no momento do seu consumo, bem como o cumprimento com a lei.

A resposta às preocupações dos consumidores

A importância da implementação de um sistema de gestão de segurança alimentar certificado vai para além do controlo dos perigos e do cumprimento de requisitos legais, devendo as organizações estarem conscientes de um conjunto de benefícios e vantagens adicionais a que podem aceder.
Sem se tornarem exaustivas, identificam-se as seguintes:

  • transmitir maior confiança aos consumidores, reforçando a sua imagem no mercado;
  • melhorar a satisfação dos clientes;
  • comunicar com maior eficácia, a todas as partes interessadas, as questões relativas à segurança alimentar;
  • assegurar que actua em conformidade com a sua política declarada sobre segurança alimentar;
  • gerir com maior eficácia os recursos internos;
  • reduzir os custos em função da melhoria da eficiência do sistema de gestão implementado;
  • aceder à possibilidade de concretizar a entrada noutros mercados.

Assim, o compromisso para com a saúde pública pode estar assegurado


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